Câncer de mama: o melhor combate é a prevenção

Uma história de superação do câncer de mama:

Prevenção é responsabilidade
Prevenção é responsabilidade

Sandra Silvana da Silva Lima tem 46 anos, mora em Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa, é mãe de um único filho de 13 anos e irmã de um dos colaboradores do Armazém Paraíba.

Há quatro anos, ela descobriu que estava com câncer de mama e, a partir daí, começou uma grande batalha contra a doença ao lado do filho. Sempre atenta à saúde, Sandra mantinha uma rotina de exames ao longo de sua vida e, através de um desses exames, descobriu que estava com câncer de mama. "Foi muito complicado. Na época eu tinha 42 anos, ou seja, ainda era muito nova. Isso normalmente é algo que você imagina acontecer só com os outros", afirma Sandra.

É importante ressaltar a necessidade de uma rotina de exames periódicos, pois, nesses casos, esse tipo de doença pode ser identificado ainda em seu estágio inicial, aumentando as chances de cura.

Mulher ativa, Sandra desempenha seu papel de profissional, de dona de casa e de mãe, como muitas mulheres hoje em dia. Morando apenas com seu filho, ela sempre manteve uma grande responsabilidade como chefe de família, o que não lhe permitia fraquejar – mas, a princípio, o choque da notícia a assustou.

Sandra fez cirurgia para retirada do nódulo, mas também foi submetida à mastectomia, retirada da mama. Para uma mulher, isso não é uma tarefa fácil. Passados dois meses após o procedimento, vieram as sessões de quimioterapia. Os cabelos compridos foram comprometidos pelo tratamento. Sandra revela que essa foi a parte mais difícil, e para não vê-los caírem, ela pediu à mãe para que os cortasse. "Eu disse 'Mãe, vamos passar a máquina. "Eu chorei muito", lamenta.

Com a ajuda da família, Sandra decidiu enfrentar corajosamente a doença. Apesar da pouca idade, seu filho era quem lhe auxiliava em todas as tarefas domésticas. "Ele só saía de perto de mim para ir à escola. Foi a minha força maior." Hoje, Sandra realiza apenas o tratamento hormonoterapia. Com duração de aproximadamente 5 anos, esse tratamento se dá através de comprimidos, que ela administra em casa, e de acompanhamento médico anual. Após a retirada da mama, Sandra, que optou por não fazer reconstrução, passou a ter algumas limitações diante de atividades que exijam muito esforço. "Passei a dar mais valor à vida", desabafa.

"Eu penso que toda mulher tem que se conhecer, fazer o auto-exame", diz Sandra, destacando a necessidade do toque, que não perdeu sua importância, mesmo com a chegada da tecnologia. A mulher deve conhecer bem seu corpo para que identifique qualquer alteração aparente e procure uma assistência médica especializada o quanto antes.

Sandra é realmente um grande exemplo de superação e força a ser seguido. Seu testemunho é muito importante para todas as mulheres realizarem seus exames periódicos.

Como um grupo que atende a família, o Armazém Paraíba reconhece a importância da campanha "Outubro Rosa", que presta uma assistência voltada à saúde da mulher.

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